Preferiam um país só com litoral, ou seja, uma faixa a distar da borda d’água não mais 50 quilómetros. Solução que de uma vez por todas atalhasse as dores de cabeça com o despovoamento, com a interioridade, com os poucos pategos que por aqui teimam em estar, em ter estradas, em ter electricidade, saúde, educação, e outras minudências que aliviam a desarmonia de viver prá qui a fingir que está tudo bem.
Ora nem mais, empurrem-nos um naco a Este, um nacozito que dê para nos instalarmo-nos do outro lado da raia. Assim como assim, evitavam que os espanhóis andassem a negociar terras para plantar olival no estrangeiro.
Temos que pensar em criar a República da Raia...
Afixado por: ML em dezembro 14, 2007 09:26 AMEu até já hablo raiês, vou às tiendas da outra banda e passo vacaciones do outro lado... Cá, slamente por la fuerza, neste dia-a-dia de condenado à pena máxima: ser tuga. Claramente, um caso de identidade cambiada.
Afixado por: JC em dezembro 18, 2007 09:35 AM