O 0 da língua antecedente, não tem nada de enigmático. Nada mais é que um okupa da residência antes desfrutada pela “Cançoneta do depois”. Cantilena que me deixou um travo amargo pelo ruim uso que abonei ao tempo que me está deliberado. Abono, desabono faxa Vexa favor! Que outros mais dignos e substanciais se apeitem com a verrina das minhas “cantilenas de escárnio e mal dizer”.
Atrás dos tempos, outros tempos hão-de vir. Quilómetro 0. Momento zero, tal e qual como anunciava os fanhosos altifalantes do nostálgico Carrossel Alverca: “Nova corrida nova viagem, truca-truca na bolinha do Alverca”.
Zero pode ser sempre um ponto de partida...
Afixado por: ML em setembro 11, 2007 12:10 PMDigo mais: zero é o único ponto de partida, seja para o que for! E zero pode escrever-se em qualquer momento, em qualquer lado e relativamente a qualquer coisa. Já desenhei uma série de zeros no meu caminho e segui sempre adiante. Orgulho-me disso. Parvoíce, decerto!
Afixado por: Orca em setembro 12, 2007 11:17 AMDiscordo. O zero é nada. Nem carne, nem peixe. Nem sequer está ao meio, não é começo de coisa nenhuma, porque é a negação absoluta da existência, seja do que for. Prefiro partir do
-1 ou nem arrancar. Manias.