setembro 03, 2007

À cautela…

Ainda não sei bem aonde, mas vou transferir a máquina para um sítio mais seguro.
O Irão diz ter a funcionar 3.000 centrifugadoras. O Pentágono tem planos para atacar 1.200 alvos e, mais adverte, que em apenas três dias a capacidade do Irão iria para o galheiro.
É que tenho ali uma beleza de máquina. Até posso escolher a meu belo prazer a velocidade de centrifugação, 100, 200, 800 à hora rapaziada. Verdadeiramente na gáspea, como nos tempos do glorioso Poço da Morte da Feira de S. João. Um nadinha e ultrapasso a velocidade do som, c’um camandro. Tecnologia amaricana já se vê. Whirlpool. Uma verdadeira brasa nuclear esta machine. Os pantalones e o cuecame são cuspidos pela rodela do postigo completamente absolutamente à nora de tanto andarem à roda. As camisolas com mangas saem de lá com elas à cava, tal é a exigência atlética da bicha. Bom, valha a verdade, a machine também se péla que cá o baril bote de fora a tatuagem de rambo ultramarino – Guiné 69 Amor de Mãe. Vaidosa, cá do baril, a magana da brasa nuclear amaricana! Calhando, o pai dela é coisa para ter estado no Vietname e ter uma tatuagem a modos que igual.
O certo certo é que o Pentágono não é de fiar. Atão e se os 1.200 alvos não são todinhos no Irão? Atão e se eles já têm debaixo d’olho a magana da amaricana, suspeitando-a ao serviço de interesses assim para o lado inimigo deles que, desconfia-se, são mais que as mães. É que lá por ser amaricana na está a salvo a magana. E depois a gente está fartinhos de ouvir na telefonia aquelas coisas do azar com o fogo amigo, dos danos colaterais… Centrifugação por centrifugação, vou mas é mudar a bicha para outro lado. Calhando, por via das dúvidas, meto-a no prego para arranjar cash flow para me mudar a mim para outro sítio. É que o Pentágono, adiantou – e a gente está podre de saber que os magalas [normais] têm o cérebro, perdão, o poder na ponta da espingarda, quanto mais os paranormais do Pentágono que passam a santa vidinha a adiantar-se -, que os alvos não são só as centrifugadoras. São também as bases aéreas e navais, os armazéns, os mísseis e, vejam bem, os centros de comando. Quanto às bases aéreas e navais estou mais ou menos remediado. O Alqueva fica ainda a um porradão de léguas. O aeródromo que é já ali no cabeço a seguir ao burgo, já me mete um nadinha as costas pra dentro. Armazéns, só os da zona industrial, e o mais que lá há são cangalhada, pantalones da Lee e uns relés manhosos do tempo em a tecnologia era a pedais. Lá na taberna ainda me azucrinam a cabeça quando eu digo que os centros de excelência e a tecnologia de ponta são patranhas para enganar patego. Vejam bem se a zona industrial tem ido na conversa do gago e do zorrinho!?!? Tal na era o cabo dos trabalhos!?!? Mísseis, só conheço os que o Chico canalizador emborca lá na tasca, um a seguir ao outro, enquanto o diabo esfrega um olho. A porra, são os postos de comando. É que cá o je, é o posto de comando da machine, carago!

Publicado por machede em setembro 3, 2007 03:18 PM | TrackBack
Comentários

Olha lá, a machine não pode levar um berembelho qualquer para explodir... no sítio certo? Não sabes nem queres experimentar, porquê?! Porque só tens uma? Pois, é chato, com tanto sítio e tanto gajo para mandar pelo ar, não dá... Explosões em rede, dizes tu? Isso é muita tecnologia, meu. Nem os gajos da Al-qaeda (nunca sei escrever isto) dominam tanto saber. Bom, esqueçamos, antes que algum bufo leia isto, me julguem terrorista e preguem comigo em Guantanamo. Ainda por cima, o nosso primeiro vai visitar o dono, porra!, enganei-me, queria dizer o bebedolas do Texas... Ainda se tornam amigalhaços, vais ver!

Afixado por: JC em setembro 5, 2007 03:27 PM
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