
Não era o Isidoro de Machede mais que um palerma de cueiros, totalmente mamodependente, quando o “Quinteto do Ano” arquitectou um dos mais fantásticos documentos do jazz. Maio de 1953, no Massey Hall, em Toronto, o quinteto maravilha fabrica um dos melhores trabalhos de «be-bop» de todos os tempos, ou não fossem os cinco músicos os principais progenitores da, ao tempo, inovadora tendência. Charlie Mingus, foi o operário chefe que construiu o acontecimento do Canadá. Dizzy Gillespie, Charlie Parker, Marx Roach e Bud Powell foram os outros construtores.
Este vinil acompanha-me vai para 28 anos. Vai não vai procuro-o e delicio-me, sempre. Perdido, Salt Peanuts, All The Things You Are, Wee, Hot House e A Night In Tunísia, são o sustento de uma qualidade musical ímpar.
Lá, estava apenas um quarteto. Vai para uns dias, Max Roach partiu do cais da vida. Com ele levou a sua bateria, instrumento a quem deu a alegria da maioridade. O quinteto maravilha está novamente junto, pronto a «swingar» a eternidade.
A malta fixe que já está lá "do outro lado" é que fica a ganhar! Divirtam-se!
Afixado por: Toudevolta em agosto 21, 2007 09:23 AM