julho 24, 2007

Estranha forma de vida

Bola de Berlim.jpg
também ela Brutus?

Agora até a Bola de Berlim é um poderoso e suculento agente infiltrado do terrorismo alimentício. Que mais esperar desta contagiosa e patética sanha de atirar a tudo o que mexe, quando os tiros são nos próprios pés.

Uma patriótica e justiceira organização denominada de ASAE está em luta contra obscuras mas poderosas forças, ao serviço sabe-se lá de que tenebrosos interesses, que querem desbaratar a flora intestinal dos tugas. Vai daí, os agentes da organização, baniram dos ociosos areais tudo o que cheirasse a energúmeno portador de veneno em forma de Bola de Berlim.

Bolas de Berlim só com o registo criminal limpo! O mesmo é extensível aos energúmenos vendedores que não lavam as patas com que manuseiam os venenosos esféricos desde que se levantam até que se deitam, que não lavam a dentadura, que cheiram mal dos pés, que se despirem a transpirada camisa têm tatuadas camisolas de pedreiro ao contrário do bronze regulamentar dos banhistas e dos não banhistas que só lá vão torrar. Não se pode pactuar com tal desordem para bem do excelso e são bom comportamento perante a UE, ainda por cima, quando o Prusidente é tuga carago!

Que estranha forma de vida a desta lusitana espécie?
Esta espécie que cospe alarvemente para o chão. Esta espécie que abençoa a fuga ao fisco. Esta espécie que faz da sua vidinha um mausoléu cego, surdo e mudo ao que a rodeia para logo de seguida atirar o primeiro calhau ao putativo salafrário já convenientemente agrilhoado, não vá o diabo tecê-las. Esta espécie que exalta os que sobem a vida pela escada da falcatrua. Esta espécie que chorou de contentamento pelas ruas a liberdade ao mesmo tempo que deitava galhardamente as unhas aos pides, para umas ridículas dúzias de anos depois eleger o botas de Sª Comba como o gajo mais importante da sua parda vida.

Que estranha forma de vida a desta lusitana espécie?
Esta espécie que esconde a má consciência do passado pobretanas e ignorante no sótão das inconveniências para se perfilar como um aluno ingénuo e bem comportado perante os deuses de Bruxelas. Esta espécie que não hesita em acocorar-se de tubo de vaselina nas unhas para continuar a ter direito a mais uns patacos dos “subsílios” que depois vai a correr gastar em bugigangas. Esta espécie que não recua perante a ordem de assassinar quem a pariu e amamentou vendendo Bolas de Berlim pelos areais deste “paraíso à beira-mar plantado”.

Que estranha forma de vida a desta lusitana espécie?
Esta espécie que abraça eufórica o falacioso destino de continuar a vender Bolas de Berlim aos ricaços estrangeiros que para aqui virão acamar e jogar o tédio nos empreendimentos turísticos de hiper luxo.

Publicado por machede em julho 24, 2007 08:15 PM | TrackBack
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