julho 22, 2007

Saíu no New York Times (mas podia ter sido no Diário do Sul)

Os gerentes de uma empresa nova-iorquina estão a tentar descobrir, como é que um dos seus empregados esteve morto, sentado à sua secretária durante CINCO DIAS, sem que ninguém notasse.
George Turklebaum, 51 anos, verificador de texto numa editora ao longo de 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.
Morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza lhe perguntou porque razão estava a trabalhar no fim de semana.
O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:
"O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho".
A autópsia revelou que ele estava morto havia cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
Sugestão: de vez em quando acene aos seus colegas de trabalho. Certifique-se de que eles estão vivos!
Moral da história:
Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo.
Já sabem, pessoal... Sempre que virem um colega parado por mais de 5 minutos, ou sempre que chegarem aos empregos e já lá estiver alguém a trabalhar, dêem-lhe um encontrão, não vá o colega ter quinado...

Zé Pinto

Publicado por machede em julho 22, 2007 07:17 PM | TrackBack
Comentários


se o funcionário por conforto
se recosta na cadeira
hão-de pensar que está morto
ou a curtir bebedeira

aquele abraço

Afixado por: antonio saias em julho 24, 2007 10:05 PM
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