
Um regalo para os olhos. O omnipresente Pombal a catar os alfacinhas d’alto, uma dúzia de popós e os barquinhos a boiarem no lago para alfacinha remar amores. A modernice da rotunda do Marquês, bem antes do país hipotecar a forma rectangular ao circular rotundo da abastança em rotundas, muitas das quais, onde apenas se almeja que um dia aí venha a mexer um bicharoco motorizado.
Por essa altura, escassos alentejanos deram a volta motorizada ao colossal redondel. Bem poucos certamente. Entre esses de contar pelos dedos, figurão os que granjeavam amores de coristas por troca dos mil réis lucrados com a cortiça. Talvez outros ainda por mou de darem fé, junto do ministério, dos patacos que começavam a jorrar da campanha do trigo. E, já agora, testemunhar ao botas de Santa Comba o apoio incondicional das forças vivas da lavoura na fundação do estado novo.