O Isidoro bolina pela República do Gerúndio, território onde já gatinharam os antepassados. As raízes acham-se no chão do lugar de Machede, chão do Isidoro seu avô. Daí, o terem assente por e se assumir maravilhado de Isidoro. Coisa da emoção mas também da razão de se achar Isidoro de Machede.
É hábito a léria do não me chamo, chamam-me. Na circunstância, acha-se no direito de não lhe chamarem mas chamar-se o somatório do nome com a denominação do chão, cosidos pelo de que une a emoção do homem e da terra.
E rabisca o Isidoro de Machede do seu caminhar e do que vê caminhar, ou, quedo estar. Também rabisca dos caminhos que outros antes fizeram ou quedos antes ficaram. Destes, rabisca por fé ter dado da vida enquanto já vivente, ou, por lhe terem contado das vidas à lareira do tempo, ou, ainda, por ter lido nos antepassados canhenhos que outros rabiscaram.
Faz questão o Isidoro de Machede de ter a parceria da fantasia. Daí, gostar de acompanhar com o seu imaginário e do de outras gentes. Com engendrados figurões onde topa pedaços da sua maneira de ser, ou, ainda, do que estimaria ser e para tanto tomates não tem, mesmo nos lugares do nunca.
O Joaquim Pulga por cá anda bolinando apenas o que pode. A mais se acha obrigado, mas… mas… Há sapos que parecem elefantes.
Ousa assim bolinar o Isidoro de Machede por mares onde o Joaquim Pulga só encontra mostrengos.
O encontro de contas entre um e o outro, achado será no nunca aprazado dia do fecho da escrita!

Caro Joaquim, olha que nos dias que correm meia dúzia de palavras justas é luxo de que nem todos os Isidoros deste mundo se podem gabar! Portanto, aceita o afago ao ego e deixa que o esfreganço funcione como na lâmpada de Aladino! Venham de lá os três desejos!
Afixado por: Botafogo em abril 17, 2007 10:05 AM