Dado o fervor do Teixeira, só me sobeja devotar-lhe as representações abaixo embebidas, sacadas ao real em Escaroupim, lugar nas bordas d’água do Tejo para as bandas de Salvaterra em dia de corrida de toiros. Corrida a que não assisti dado o número de tias e tios de chapéu verdoso e pena de perdiz, por metro quadrado, nas imediações da praça da terra em questão. Mais, os toiros devem finar-se na ponta do estoque ou ser indultados – caso a honradez da braveza o dite – tal como é prática em terras de Castela. Ao marialvismo lusitano sempre optei pelas sortes plebeias da pata ao léu e da remendada muleta. Arte das gentes que sempre tourearam a vida arrimada ao natural das pontas. Tal como o camarada e leão da pedaleira de corridor Joaquim Agustinho.
A vaca – esposa devotada do toiro e neste caso leiteira – serve de chamariz a uma sempre adiada santa – e sempre monoteísta – aliança do sul permissivo e ensolarado contra o norte circunspecto e formiguinha.
Viva a cigarra – sempre contra a corrente da rábula infantilóide normalóide.


a comoção alberga-se, o silêncio impõe-se. sonho-me nas brejenjas
obrigado
HEY
"How many are you?",o grande portuga já foi eleito...
também querem o campeonato "aben_SUADO" plo cerejeira"? como é facil ser encarnado, isto é, simplesmente vulgar....
desportivamente diferente [VERDE}
ABRACO