março 23, 2007

O caixote do ópio do povo

Giralmente as pessoas encontram-se na Praça do Giraldo. Até tu, Giraldo Geraldes terias pavor de encontrar o aniversariante caixote do ópio do povo na Praça que honra o teu feito guerrilheiro a aviar directos pacóvios.
Passo! Nem um vintém neste par de damas mascaradas.

Publicado por machede em março 23, 2007 03:11 PM | TrackBack
Comentários

Ouvi dizer que estavam lá umas raparigas jeitosas e convenientemente burras, óptimas para descascar batatas. O que atenua a ofensa à memória do Geraldo que, aliás, se fazia sempre acompanhar do necessário apoio moral nos atrevidos assaltos que fazia com a graça de deus. Mais tarde, uns bichos inspiraram-se nele para criar o salazarento MNF, um bando de mal aviadas que azucrinavam a rapaziada na guerra colonial. Era um frete ter que as aturar, sobretudo as rechonchudas balzaqueanas, hoje pias avós das melhores famílias... Pior era se elas se queixavam aos maridos que a soldadesca lhes tinha faltado ao respeito, que era como quem dizia: "os soldadinhos não me saltaram para a cueca. Nenhum quis, vê lá tu o descaramento, querido!"
Hoje estou assim a dar para o machista, mas não façam caso, é dos comprimidos.

Afixado por: Línguafiada em março 28, 2007 02:50 PM
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