Por mou de um comentário tecido por um cidadão na língua anterior volto ao meu amigo. Para o Zeca seria uma ofensa estar entre “os maiores portugueses”. Bastava-lhe estar entre os Homens seus iguais. Mais, teve a verticalidade de cordialmente declinar a ordem da liberdade. Teve as suas razões para o gesto. Mais, nunca o ouvi tecer um queixume quando alguma “esquerda” o vetava. Possivelmente queriam um emblema só para eles. Só que o Zeca não era emblema de ninguém!!!
Publicado por machede em fevereiro 24, 2007 03:57 PM | TrackBackPois, não deixava pôr o cabresto... Caro lhe custou. Agora, os mesmos tecem-lhe loas. A hipocrisia que apequena quem nunca foi grande. Grande como ele - o Zeca - ainda vivo, sempre vivo!
Afixado por: Línguafiada em fevereiro 26, 2007 02:21 PM