A Revista mensal d’Ethnographia Portuguesa, Illustrada, “A Tradição”, publicada em Serpa na dobra do século 19 para o 20, no número de Agosto de 1903 organizou e publicou uma homenagem ao Conde de Ficalho. Do redigido pelo Ramalho, subtraio e transcrevo este enlevo de naco de texto.
(...)
“O dilettantismo – se me atrevo a definil-o – presume a mais vasta educação e a mais variada cultura que pode attingir um espirito pelo estudo das doutrinas e das civilizações comparadas, nos livros, nas viagens, no largo trato dos homens. E’ uma fórma activa, para assim dizer militante, do scepticismo e do epicurismo classico, em intelligencias especialmente superiores, para as quaes a duvida philosofica, resultante não de escassez de investigações mas de superabundancia de provas se converte numa especie de sensualidade esthetica, poderoso foco de pacificação, de indulgencia e de syimpathia. (…)
neste bocado de RO, a propósito do Conde Ficalho RO
creio que falta a parte das lutas
... e da misantropia.
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