O António Saias chega quase sempre lá. Trigueiro, contumaz e campaniço. Sapiente das agriculturas, dos horizontes da vida, da sueca e da agudeza da boa disposição.
Não interessa em que seara de imagens, o que é certo é que ele ceifou esta, prova irrefutável da evolução do aquecimento global do planeta ao longo dos anos e principalmente nas últimas décadas. Da minha lavra digo eu: dos nós e dos laços do recato decente do muito pano à leveza do ao léu por mou da subida das temperaturas climáticas.

O Zé Pinto também lá chega quase sempre. Ou se chega! Agora atão depois de ser aldeão. Mas é bicho que põe logo o olho sociológico no tempero da coisa. E permitiu-se, e muito bem, introduzir (acrescentando apenas duas molas) o pico de temperatura havido por altura dos sessenta por tudo quanto era Europa. Cá, como andamos sempre a correr atrás do comboio, princípio dos setenta. Meteu a colher evocando a memória pessoal (não querendo ser polémico) mas que lhe permitam esta precisão.

Os compadres Saias e Pinto deveriam ter escarrapachado a bibliografia consultada para a rapaziada ficar com os arquivos completos.
Devem estar telefonando-se e dizendo: no ar matam-nas eles, quanto mais escarrapachadas!
O Saias talvez já não se lembre de como era nos anos 60, mas o Zé Pinto, pelos vistos, tem boa memória...
Afixado por: Bocadoce em janeiro 25, 2007 05:08 PMa cueca e o soutien
são peças de lingerie
O que há po baixo?: Rien!
Ó compadre espera aí...
a gente tem que se ir advertindo. Enquanto o nosso compadre machedense não nos cortar o pio, cá vamos "sublimando" as nossas mágoas. Até que chegue o tempo das baldoregas e as afoguemos(às mágoas) num agarrafão de 5 litros
Afixado por: antónio saias em janeiro 26, 2007 03:52 PM