E ficam encarquilhados,
pardacentos, aqui e ali com buracos de bicho.
E caiem das árvores
como todos os outros frutos
quando passa o seu tempo.
Queremos pegar-lhes e espetamos
os dedos na putrefacção.
Afinal! E eu que nunca duvidara da isenção dos amigos face às leis da natureza?