No periódico do Belmiro, na 1ª página, naquelas caixas assim para o pequenote, balbucia-se (calhando com o acordo do Fernandes e do Azevedo): “Portugueses têm direito a ser compensados pelo que a banca lhes roubou”.
Quem assim mete a boca no trombone é a Leonor Coutinho e António Júlio Almeida. A questão é o velho problema dos arredondamentos no numerário dos juros.
Quando puto, cumpria a tarefa diária de ir ao pão. A mãe Luísa avisava todos os dias:
- Diz à senhora para pesar o pão e se faltar exige o contrapeso - Enchia a peitaça de ar tipo sapo e lamuriava o recado de fio a pavio.
O certo é que faltava sempre peso!
A próxima vez que entrar numa baiuca onde vendem dinheiro não escapam ao recado da minha Luísa:
- Fazia a fineza de pesar o produto! – Neste caso sem o peito cheio de ar mas com voz grossa.