Agora que já poisei a “minha adrenalina africana” tenho a emoção no razoável. E revejo imagens que a custo descolo da retina tal o prazer. De pertença, de simplicidade, de tranquilidade e ao mesmo tempo de uma colossal força que encerram. Uma força feita de cor, de ritmo, de exultação, do que é cru, depurado, desonerado, do que não é produzido e da prova que está na enormidade do tabuleiro das damas e ao mesmo tempo na sua ingénua beleza enorme.
A Guiné-Bissau é ali ao lado da esquina do querer estar.

Arroz com casca a secar no chão vermelho da Tabanca de Bercolom
O stand das adoradas biclas na localidade de Bambadinca

Putos a cavalgar vacas numa desfilada de utilidade e prazer na Ilha Formosa
O mercado de Bambadinca

A mulher idosa produtora de sal na Ilha Formosa
Jogadores de damas no Bairro de Belém em Bissau
Excelentes fotos!!!
Afixado por: Sertorius em novembro 25, 2006 12:39 PMCaro Visconde
porque não sei como entrar em tua casa, aqui vai, pela janela "comentário", um pequeníssimo poema:
Na morte de Cesariny:
Mário,
fácil não foi
teres sido
Cesar
IN
Agora,
que emigraste,
sem ninguém que chateie,
sem nada
que te estorve,
mais fácil
te vai ser,
Mário,
Cesar
OFF