agosto 31, 2006

Uns fazem-nas e os outros semeiam-nas…

Passe a publicidade, transcrevo do pasquim do Belmiro de hoje. Transcrevo uma língua notícia (calhando a indignação do jornalista levou-o a mandar imprimir a bold) de uma hipocrisia risivelmente cínica que nos informa da parábola do patrão e do criado que, segundo tem provado, aprendeu muito mais do que poderíamos pensar com os antigos carcereiros e algozes. Os que as construíram vão agora investigar se os outros as usaram. Porra, é que os gaijos da “terra prometida” (gostava que o gaijo que prometeu explica-se este despautério), senão as usaram não vão receber novas remessas de brinquedos.
Kofi Annan se queres continuar a merecer o respeito da sensatez, demite-te!!!!

“Há um total de 100 mil componentes de bombas de fragmentação por explodir no sul do Líbano, afirmou ontem o responsável da ONU para as questões humanitárias, Jan Egeland, explicando que Israel usou este tipo de armas principalmente depois do acordo de cessar-fogo, que entraria em vigor pouco depois. «Noventa por cento dos ataques com bombas de fragmentação ocorreram nas últimas 72 horas do conflito», afirmou Egeland, acusando Israel de ter usado estes explosivos de forma «completamente imoral». A ONU estimava que existissem restos de bombas de fragmentação numa centena de locais. Afinal, foram já registados em 359 – o que Egeland descreve como «nova informação chocante».«As bombas de fragmentação afectaram grandes áreas – muitas casas, muita terra de cultivo». Israel afirma só utilizar munições de acordo com a lei internacional. Os EUA estão a investigar o uso pelo estado Hebraico de bombas de fragmentação de fabrico Americano. Estas bombas têm mais 200 explosivos secundários, e destroem tudo num raio de cerca de 400 metros do alvo.”

Publicado por machede em agosto 31, 2006 05:55 PM
Comentários

É o mercado, estupido (com a sua devida licença)!!!
É o mercado o c......, é como o Machede muito bem diz um belo duo de sacripantas, Americanos e israelitas.

Afixado por: Vigilante em setembro 1, 2006 02:15 PM

Já disse o que penso sobre isto noutro post colocado acima. Só quero realçar isto, de modo simplificado: o negócio da guerra é f... Quando a indústria de armamento está em baixo, fomenta-se uma guerra para escoar os produtos; depois, mobilizam-se as grandes empresas de construção para reconstruir o que foi destruído. Há sempre alguém que paga, geralmente o cidadão comum, indirectamente, eufemisticamente designado por 2comunidade internacional". Mas, se formos espiolhar quem está por trás do negócio da guerra, encontramos grandes empresários disfarçados de dirigentes políticos a esfregar de felicidade as mãos ensanguentadas que irão contar os lucros. E nós cidadãos somos uma cambada do caraças: aturamos os gajos, elegemos os gajos e limitamo-nos a comentar os deslizes matrimoniais dos gajos, quando muito... Porra, não há quem ponha umas bombas nos sítios certos?!

Afixado por: Destravado em setembro 8, 2006 10:43 AM
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