agosto 11, 2006

Manobra de diversão…

Meto-os no cepo, para além de sempre curtir uma apostinha!

- Mamã Tomás, perdão Condoleezza, os israelitas disseram que em duas semanas não deixavam nada na vertical. Há um mês que nos espatifam a reputação dos consultores e tecnológica. Já nos basta a Palestina, o Afeganistão e o Iraque e, por este caminho, não tarda nada vamos assistir aos bárbaros do Irão e Síria, isto para não falar da China e da Índia – que o papá diz que a longo prazo nos fazem a folha -, a achincalharem o império que já era. Telefona ao Tony e ordena ao gaijo para anunciar que desconcertou uma nova maldade daquela maltosa muçulmana, uma coisa que principie na sucursal e termine no império. Comunica igualmente aí ao escriba de serviço para me preparar uma declaração que aluda ao fascismo, exactamente, absolutamente, completamente, fascismo islâmico. Com esta, até o Pulido Valente e o Vítor Dias ficam a desvairar. Eh, eh, eh, a minha inteligência e o gaijo do nº 10 que manda no Borroso é um duo do camandro. Oh marreco liga o projector que quero continuar a ver «O Doutor Estranho Amor». Quando formos ao Irão - yuppie, yuppie, yuppie - eu é que vou montado na bomba!

Sempre ouvi dizer ao lavrador Isidoro Calado, meu avô materno: «Não é com vinagre que se apanham moscas».
O Isidoro Calado tinha massa cinzenta. Na caixa dos pirolitos deste, até água de coco tenho dúvidas que chocalhe?!?!

Publicado por machede em agosto 11, 2006 01:32 AM
Comentários

nos anos cinquenta e sessenta da centúria que passou existiu um negócio sui géneris que deu muito marfim a ganhar a quem a ele se dedicou. Que negócio era? Construção de bunkers domésticos, nem mais, pois a propaganda de ambos os impérios, à boa maneira de Gobbels, iam preparando a humanidade para o Apocalipse que estaria eminente, o conflito nuclerar. Não me admira nada que alguém se lembre de ressuscitar o negócio, uma vez que o busch, o blair, os neo e os outros buschistas e blairistas, estão feitíssimos para levarem à letra o que o Fidel disse recentemente " não me interessa o que possa acontecer a Cuba depois da minha morte".

Afixado por: luis godinho em agosto 11, 2006 04:17 PM

A menos que a doença do Fidel seja a senilidade própria da sua provecta idade, a afirmação que lhe é atribuída só pode ser uma de três coisas: é inverídica; foi retirada do contexto; ou alguém substituiu habilidosamente "preocupa" por "interessa"... Quanto ao resto, que os rambos se lixem fortemente nas arábias! Anti-americano, eu ?! Não, anti-terrorista!

Afixado por: José Candeias em agosto 14, 2006 11:03 AM
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