Os passarões que instigaram a maralha a alucinar em resma,
uns montados noutros, mais noutros e noutros mais,
deveriam ser compelidos a enfiar a horizontalidade pelo cu acima,
(como, efectivamente, não ousamos ser bárbaros),
que a vaselina suaviza-se o empalamento,
do mais alto poleiro até aos rés-do-chão,
(incluindo as marquises e os estendais dos trapos)
quiçá, porque não até à sub-cave?
Debaixo ou arriba ela não anda: chinela!
Cholóque, cholóque, cholóque…
O que é modo diferente de andar, mesmo do pantufar!
é chinelar a paciência debaixo ou de arriba, tanto faz.
Cholóque!
Cujo ritmado cholócar engrossa também o linguarejar português,
(ou pensavam que só brasileiro é dono desta peleja?).