Gosto do jogo da xixa (se possível, bem jogado), como gosto de muitos outros prazeres. Se possível, proibidos.
Bandeira na janela e no pópó, o afonso henriques bateu lá alguma vez na mãe, scolari, histerismo das gaijas com falta de gaita, paranóia colectiva da assembleia nacional doputedo, baboseiras do marcelo, heróis do mar (coitados, forçados caralho), a volumosa massa craniana detectada, a olho nu, do maniche – usa os chernes moço que é para isso que tens jeito, contra os canhões marchar, marchar (como eu gosto de ver alguns cromos a cantar, mais ou menos envergonhadamente, semelhantes rimas) etc… e tal.
Não, não mãe, dessa sopa não papo, nem que me esgane, escusa até de a guardar no frigorifico para me apoquentar o jantar! Olhe que, até sou muito bem capaz de, pela primeira vez, lhe faltar ao respeito. E isso era a última coisa que eu queria fazer!
Olá gnomo! Gosto de te ver de regresso!
Não tinha deitado fora o link dos preferidos, eu sabia...
Grande abraço!
Já há pouco te tinha dito, mais em privado, da náusea e da sua partilha.
Agora aqui, onde a escrita pouco mais indelével é do que na água, deixo testemunho - tão público quanto a franqueza de dizer o permite - que lhe encontro, na xixa, finalmente algum mérito: o de ser pretexto bastante para que o estômago do rabiscante se agite e a convulsão do vómito seja tamanha que o faça voltar ao rabisco.
Benvindo de volta... fazes (cá) falta.
Abraço.