Sábado fui ali para os lados de trás de Vila Franca de Xira (aquela que sempre aliei ao arrojo de entre os tomates e o piso térreo haver zero debaixo – estou a falar da inexistência de cavalgaduras - e apenas um capote carmim nas unhas para - se arte para isso houvera – parar, templar e mandar.
Bom, lá estou eu a curvar conversas como se no meio do changanar uns copos e umas lérias com os amigos, o Gabriel Celaya me soprasse ao ouvido que «Soy un ibero / y si embiste la muerte, / yo la toreo».
Mas lá para trás de Franca Vila, caminhando por entre muros trajados de trepadeiras, que melhor seria serem percorridos de caleche solavanqueando o trotar de dois alazões cor de mel, habita a fada Ivone – que não poucas vezes me ilude como se fixara a Mona Lisa, mas com uma doçura viva afora da tela inerte. Não vou explicar que do seu aniversário se tratava, simplesmente porque as fadas não comemoram anos. Vivem apenas sorridentes para os amigos sei lá desde quando.
E foi aprazível a função pá!
Olá gnomo! Deste com a tua toca no regresso?
Bjs. e obrigado!
Desculpa lá a falta de assiduidade nas visitas habituais a esta casa mas, uma gripe de todo o tamanho tem estado a morar nestes 120 kilos bem pesados. De manhã até fui ao espelho ver se já me tinham nascido penas atrás das orelhas, eh,eh,eh! que isto com a gripe das aves nunca se sabe.
Uma boa semana para ti.
Aquele @bração do
Zecatelhado