Dado que efectivamente não se entendem.
Na impossibilidade de irradiar as virgulas do sistema.
Com a vetusta instituição Banco de Portugal a adornar à força toda.
Com toda a gente a mandar palpites,
até uns gaijos que se topa à vista desarmada que tiraram o canudo
por correspondência numa universidade brasileira.
Correndo o risco do Sampaio a meio de um discurso lhe dar um fanico,
e depois nem para trás nem para a frente.
Sabendo ainda por cima que quem já os teria despedido pelo telefone está há uns anos sem linha.
Sabendo de antemão o quanto piroso é adjudicar-mos o orçamento, o rectificativo e as contas do banco de Portugal a entidades congéneres espanholas.
Tirem à sorte, para que ninguém fique objectivamente com o epíteto de Miguel de Vasconcelos, e o feliz contemplado – para além do resto da arraia-miúda que também fica podre de contente de não se sentir estrangeira no Corte Inglês e congéneres – que se faça à estrada ou requisite mesmo por uma ultima vez o falcon e entregue a porra da chave em Madrid.
bem vindo novamente senhor machede
Afixado por: sagher em julho 4, 2005 10:05 PM