dezembro 23, 2006

Por motivos de clandestinidade.

Um dos Turbo Tudor aceitou o convite para gerir aqui a chafarica. Segundo sei o patrão encontra-se algures na Venezuela a convite do Chavez. Mais informamos que a ordem do Chavez sobre a expulsão dos “Pais Natais” foi uma sugestão do chefe.
Por esse motivo desejo-vos:

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dezembro 19, 2006

Clan destino…

Há noite todos os natais são pardos. Pardos, mas são natais. Daí que é peditório que já levou os trocos suficientes. Só que o eu senhor gaijo tem ainda os cinco sentidos, ainda que uns mais taralhocos e nublados que outros, mas que não deixam de ter algumas susceptibilidades.
Por exemplo: é mais fácil um camelo passar por o buraco d’uma agulha que as pindéricas e autárquicas iluminações de natal entrarem no reino dos céus. A ofuscação é tão magnificente que me leva sempre ao equívoco de achar que é o mês da feira de S. João da adiafa, já que não topo diferença na cândida e tremelicante beatice das luminárias.
Por exemplo: a bota da chaminé não bate com a perdigota porque a consoada é inimiga não da perdiz mas sim do peru, e ainda por cima embriagado à força. Só de ver estender a toalha de linho sobre a mesa para o farto repasto da consoada, entra-me um fastio que só me apetece uma canjinha com uns farrapinhos e raminhos de arroz e hortelã a boiarem no caldinho, não olvidando os dois ou três ovinhos amarelos e os quadradinhos de fígado da galinha pica no chão da minha avozinha que o comandante em chefe tenha a sua alma em repouso.
Por exemplo: sol na eira e água no nabal, exactamente absolutamente, para onde quer que um homem se vire é só nabos em correrias histéricas de loja para hiper a gastarem eurósios a crédito em amontoados de quinquilharia e pechisbeque que umas meninas biscateiras enrolam em embrulhos com papéis delicodoces aperaltados por uns laçarotes a que elas dão corda com a lâmina da tesoura para armarem caracóis e bichos móis.
Por exemplo: queres ver um pobre soberbo dá-lhe a chave de um palheiro, mentira, pobres, apenas havia autorização para meterem o papo de fora neste santo mês para ajudarem à festa em caridadezinhas risonhas de oferta de toucinho rançoso e azeitonas chocas, mas de longe que o cabrão deita cá um pivete. Eu se fosse mesmo pobre daqueles usados nas récitas de natal, seria mesmo por essa altura que tinha sériamente mais hipóteses de ir parar a guantanamo, feitios!
E pronto! É por estas e por mais um montão de outras que já vai para uns anos que debando, com a devida antecedência, para a clan destinidade. Só que este ano decidi estender o prazo de voltar à tona da legalidade para depois da bacoquice do ano novo. Pancada de gaijo de muito tempo, não! Pancada de gaijo que gosta de dar uso à mioleira, sentir-se com os pés na terra que sabe ser uma bola não muito grande, observar os outros que lhe calharam em sorte e a ciência diz terem também mioleira, não sendo tão concisa quanto ao uso que lhe dão. Se alguma vez deram? A maioria foi para vigarizar uma mioleira terceira e se possível vizinha para não gastar muita energia.
É então que dei comigo pensando com os meus botões (eu acho que eles para além de usarem a mioleira já falam e tudo), e falando com o Francisco Louçã meu senhor gato. Vai para um colhão, perdão, colhões e bem aviados de milhões e milhões de voltas ao astro rei que, posteriormente, arrecuando um milésimo de colhão, o inteligente papa Gregório decidiu medir as voltas em anos tal e qual como a volta a Portugal se mede em etapas e a empregada da loja de fazenda mede a chita com um metro de madeira, ou media? Vai daí, depois da morte e nascença de milhões e milhões de colhões de anos (ou a sucessão de invernos, primaveras, verões e outonos, se preferirem), eu me aviste a celebrar mais uma morte e um nascimento do calendário do Gregório inebriado de bebidas finas, empanzinado de bolo-rei de boca aberta, bobo enrolado em serpentinas e confettis, beijocado avidamente por tudo quanto é beiço pelas doze badaladas como se tivesse acabado de fazer a primeira comunhão e ainda por cima ter regulamentarmente de andar de sorriso prazenteiro de orelha a orelha durante uma santa noite de fio a pavio armado em feliz basbaque.
Passo!!!!
Volto a sentar-me na mesa do póquer da vida em janeiro, depois de cumprir singelamente com os pés na bola, que me há-de digerir o cada mais azedo feitio, o ditado do avô agricultor Isidoro de Machede: “Em Janeiro sobe ao outeiro, se vires verdejar põe-te a chorar, se vires terrear põe-te a cantar”.

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dezembro 14, 2006

Sim, mas ao nível da primária…

Efectivamente, verdadeiramente, a coisa começa a ter contornos mais ao menos definidos. Agentes da secreta esquadrinhados por colegas igualmente da secreta, só que aposentados e agora a trabalhar por conta própria, uma coisa efectivamente verdadeiramente ao nível do que se faz lá fora há largos anos. Juízes e demais rapaziada da toga (não distingo das patentes tal como nos outros três ramos das forças no caso armadas) a ser perseguida, escutada, vigiada, ameaçada. Potentes bólides de vidros foscos, suspeita-se atafulhados de metralhadoras e gaijas boas vestidas para matar com mamas de fora a 50 %. Carrinhas com parabólicas em cima e mais um molho de antenas para todos os gostos, com aparelhagem interior de escuta digna dos homens do presidente e com gaijos que entram a comer donuts e café em copo de plástico por palhinha a render gaijos ensonados que vão igualmente comer donuts e beber café por palhinha antes de tirarem a sovaqueira com o 32 e a depositarem pendurada na cadeira do quarto. Gaijos misteriosos de sobretudo preto e chapéu de aba partida e luvas de peliça preta, que sabem exactamente a mesa onde o magistrado toma habitualmente o pequeno-almoço e, milésimos de segundo antes, lhe deixam em cima da mesa um A4 dobrado com uma ameaça seca que inevitavelmente terá a ver com os filhos ou a doce esposa. E a esposa do magistrado que a meio da telenovela se levanta como se fosse à cozinha e, de esguelha se aproxima da janela entreabrindo milimétricamente o cortinado de cambraia e lá divisa na esquina em frente o espreita pastelão a fumar desalmadamente mas a tentar passar por boca de incêndio. Casas finas onde as senhoras tratam os cavalheiros por tu e se bebe efectivamente verdadeiramente somente uísque com mais de 25 anos, nas quais já há arremedos de negócios ciciados entre gentlemen que vai não vai puxam os punhos da camisa para se verem os botões dourados. Mandantes que ordenam às senhoras por conta selarem acordos de tareias só para moer e avisar autarcas que de violento violento só viram o Pulp Fiction. Escritórios pasto de chamas encomendadas entre pãezinhos de leite e galões escuros na leitaria da dona Ermelinda. Vinganças públicas chibadas em jeito Corin Tellado que põem o país a estremecerem de orgasmos judiciais.
Efectivamente, verdadeiramente, a coisa começa a ter contornos mais ao menos definidos. Mas completamente absolutamente incipientes, amadores mesmo.
Onde estão as serras circulares que desmembram um gaijo em menos d’um farelo e o põem numa mala de viagem direito a um aeroporto numas ilhas que supostamente serão também um paraíso fiscal. Onde estão os bidões de ácido sulfúrico que fazem desaparecer até os ossinhos com mais limpeza que o Daniel Chesterfield. Digam-me em que hospital se pode encontrar um gaijo que seja, um para amostra, com os dedinhos d’uma mão todos esmigalhados à martelada. E as célebres perseguições automobilizadas em que um gaijo passa 18 barreiras da polícia cujos carros acabam todos num montão de destroços a fumegar e as sirenes a perder o pio depois de curvas em derrapagem a largarem rufias de beretta nas unhas continuamente a disparar como se os carregadores não tivessem fim. E a sempre cinematográfica decepada cabeça de cavalo entre os lençóis de seda do capo que começa a ver a vidinha a andar às arrecuas. E um cónego a sério que esteja metido na alhada até ao cabeção, apontem-me um????

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Publicado por machede em 09:03 PM | Comentários (7)

dezembro 13, 2006

Um mês mesmo a calhar…

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para esta fraternidade actual e, porque não, a modos que galopantemente portuguesa!

Publicado por machede em 06:03 PM | Comentários (4)

dezembro 10, 2006

Sol em Santiago!

Embarcou o tartufo e não só, sanguinário também!

Publicado por machede em 08:25 PM | Comentários (1)

dezembro 09, 2006

Faz de conta…

Sempre tivemos os nossos faz-de-conta. Era quase tão natural como termos avós que vai-não-vai desconheciam o sítio para onde tinha imigrado a dentadura. Eram faz-de-conta que já trazíamos apensados em cu de página na certidão de nascimento. Os professores lá iam mais ou menos entusiasmados alimentando os ditos, até porque à pala da impostura o ministério fazia a fineza de mais uma mordomia de quinze dias no dolce fare niente. Para além disso era um faz-de-conta que servia um vasto leque de clientela. Nessa altura era permitido haver pobrezinhos e então era fixe ajudar os pobrezinhos que cuidávamos se atulhados de comida, principalmente os restos da consoada, mais um sobretudo do avô que já tinha batido a bota, uns sapatos do pai que só tinham uma rodela furada na sola mas cujo débito de entrada de água, suspeitávamos, não os afogaria, tínhamos para nós que acabaríamos com esse flagelo que a gente topava o ano inteiro mas a sério a sério a caça a esta espécie só era permitida no mês de Dezembro. Depois havia o Natal dos Hospitais que mobilizava um oceano Atlântico de lagrimazinhas e havia até uma facção dos mais crentes que jurava a pés juntos terem acontecido um ou outro milagre, coisa pouca que não necessitava de grandes alardes para não tirar a freguesia ao santuário. Depois era um apelo profundo e generalizado à Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade. A má vontade haveria de clivar os que não tinham direito a essa benesse. Coisa pouca, os ateus que viviam para lá da cortina de ferro e os desastrados que viviam do lado de cá mas estavam em segurança não se lhes metesse na moina acabar com a paz logo na época alta da concórdia e caridade natalícia.
Que o faz-de-conta tinha as suas fissuras na ideologia também era uma verdade. Mas quem é que ia olhar a minudências quando o menino Jesus dormia o sono dos justos enrolado numa tanga que apenas lhe tapava a pila e por aquecimento apenas tinha a prestação alternativa do burrinho e da vaquinha que olhando aos watts debitados não dava nem para aquecer um pinto saído da casca. Havia ainda o supremo sofrimento do senhor abade (este fazia-me cócegas de incompreensão), homem de deitar cedo e cedo erguer a não ser quando convidado para umas opíparas jantaradas, uma vez por outra, que ele fazia logo questão de penitenciar com uns largos jejuns, ter de permanecer a pé, hirto e fluente para dizer a missa do galo (nesse dia até o cálice de vinho do porto por mou da digestão lhe estava vedado a seguir ao jantar, ainda assim não lhe entaramelasse a língua).
Mas voltando às leves incongruências no protocolo. Uns juravam a pés juntos que era o menino Jesus que enchia (a alguns) as meias de presentes. E com a necessária antecedência vá de escrever cartas ao dito até emendadas pelo mestre-escola. Outros mais vanguardistas diziam ser o pai natal, gorducho hedonista que se passeava pelo firmamento aconchegado em peludo sobretudo pespegado num confortável trenó a abarrotar de presentes e com a tracção de bué de risonhas e incansáveis renas voadoras (quanto a este simpático dandy sempre alimentei duas grandes dúvidas: a capacidade para multiplicar os presentes e a flexibilidade circense para se enfiar nas chaminés; agora para alem do resto sei que é um actor de sucesso e trabalha em exclusivo para a Coca-Cola).
Voltando à vaca fria, este nosso faz-de-conta também não foi nunca levado muito a sério. A malta topava a coisa desde cedo e depois entrava na utilidade da negociata. Eu finjo acreditar e vocês passam para cá meia dúzia de trastes. Para além disso olhem lá essa da paz entre os homens quanto mais entre os putos, portanto, armistício total.
Que eu saiba ninguém ficou traumatizado quando encarou a verdade, nem a coisa virou pandemia de stress ou síndrome para o resto da vida.
Agora que a coisa, já há largos tempos, anda a derrapar para um faz de conta que não faz nada de conta, são factos que nem ginjas ali na garrafeira das ginjinhas com elas. De estatística feita, a maioria dos putos americanos disse estar compenetrada de que os frangos eram construídos em fábricas algures. A questão das penas só dava para ter pena, primeiro dos pais e a seguir dos putos. Como nunca viram as penas sabem lá o que são aqueles pincelitos que de vez em quando furam os edredões, nada mais que mais uma maravilha da tecnologia. Quanto aos hambúrgueres nem quero saber o que interiorizaram sobre a sua proveniência. A enormidade deve ser também ao nível da fábrica mas com mais uns arremedos de violência que engolem paralelamente às batatas fritas, antes de sair de casa com a espingarda de caça grossa do pai para despachar meia dúzia de colegas da escola e que nem ao certo sabem explicar o porquê. Tal o nó que vai naquele cérebro, para eles, possivelmente, também feito numa fábrica. Por este andar lá chegaremos!!!!

Agora virando a agulha cá para a parvónia a que o D. Carlos lucidamente chamava de piolheira. Atão não é que aqui há uns anos o senhor presidente da câmara de Lisboa com o peito inchado de pedagogia inaugurou uma quinta pedagógica para os pequenos lisboetas saberem que os frangos não são feitos em fábricas. A maioria dos pequenos lisboetas e dos arredores deveriam era ir passar as férias ao país real, a casa dos avós, dos tios e dos primos. Eu sei que para os putos é uma chatisse irem uns dias para casa duns gajos que vêm apenas anualmente e que ainda não dizem topas. Esta das quintas pedagógicas (que repentinamente entrou na moda e pululam mesmo em cidades que ainda têm galinheiros nos quintais) trás água no bico, ou se trás!

Uma tal Fundação Alentejo – Terra Mãe, capitaneada por um tal senhor Roza, assentou arraiais cá no burgo. E lá começou a funcionar com o desígnio de promover a cultura alentejana. Palavras bem ditas! Só que há meia dúzia de dias li algures e o deslumbramento foi tão forte que tenho que transcrever:
“A Fundação Alentejo Terra Mãe quer perpetuar a identidade sócio-cultural alentejana investindo dez milhões de euros num parque temático a construir numa área de 256 hectares na herdade da Adua, junto à cidade de Montemor-o-Novo. O projecto inclui espaços museológicos onde será referenciada a presença humana nas épocas pré-histórica, pré-romana, romana, hebraica e árabe na região, nomeadamente as artes e ofícios, o artesanato e a indústria. Prevista está ainda a reprodução de uma aldeia alentejana antiga, bem como lagos e fontes artificiais (…)
Estou tão comovido que tenho os dedos embargados de lágrimas e os olhinhos incapaz de teclar. Bem haja senhor Roza. Não se esqueça de empalhar lá o meu santo bisavô que era um sujeito à maneira e era danado para a sueca.

Diz-se no entusiasmo da conversa que as palavras são como as cerejas, vêm umas atrás das outras, de carreirinha. E estas coisas não são tanto como as cerejas, mas encadeiam-se assim tal como uma manada de elefantes passeando a sua subtileza paquidérmica de nenúfar em nenúfar (calhando já estou a pensar no lago artificial a abarrotar de nenufares do parque alentejano).
Um pasquim daqueles tubarões bué de lidos a que eu já estou farto de fazer publicidade trazia na segunda página outra noticia que novamente me deixou os dedos rasinhos de lágrimas. Um tal de Charles Brabec depois de discorrer sobre a teoria da concepção inteligente da vida na terra, ou seja o criacionismo, anuncia a criação de um Museu Criacionista, a abrir já na primavera. O local é a quinta do Oásis em Mafra. Mais diz o dito que nos EUA o criacionismo é muito polémico. Mas em Portugal o clima é mais favorável: encontrei professores e cientistas mais abertos (só não percebi se de maduros). Ora nem mais, lá estará toda a parafernália da criação segundo os evangélicos, incluindo a arca de Noé (que até pode dar um certo jeito em caso de catástrofe, para enfiar os importantes que não couberem nos falcon).

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Calhando, acaba aqui o meu percurso literário. O escritório está inundado de lágrimas, as ligações do computador começam a dar de si entre faíscas e luzes alaranjadas e azuladas. Não sei mesmo se eu próprio me salvarei?????

Publicado por machede em 07:03 AM | Comentários (1)

dezembro 06, 2006

Reprise?????

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Birra e memória curta!!!!
Para além disso, deve doer que se farta. Ainda por cima parece que não se pode abrir uma bisnaga que a vaselina fica logo a abarrotar de areia do deserto.

Publicado por machede em 09:27 PM | Comentários (1)

dezembro 05, 2006

A bolinar na gáspea…

Que já tenho falta de vista, é um facto. Que já devia ter mudado as gafas, é outro facto. Que a porra do picão não estica para comprar os vidros é mais um facto, só que encolhido!
Mas lá ler li, só que assim a mandar para o turvo. Quando as coisas não têm interesse, e valha a verdade o que é que tem interesse, daí que o turvo por vezes também serve de desculpa para dizer que li sim senhora, mas de cruzado ou turvado. Mas lá que agora fiquei de badanas no ar tipo dumbo e a fazer um esforço para sintonizar melhor o ecrã, sem dúvida. Pois é, parece que tencionam encostar novamente a divisão das orações ao paredon… como no tempo do PREC… e preparam-se para esbandalhar novamente na ponta do fuzil a gramática portuguesa! Ai minha rica mãezinha que vem aí novamente a redenção com um 50 de Abril gramatical.
A bolinar na gáspea fui-me pôr à porta da escola que fica a um saltinho aqui de casa assim a modos que a disfarçar para não me levarem por pedófilo. Pedófilo ãh, pedófilo ãh, resmas, 40, 45 e até 50 kg., ãh, e um gaijo a passar-se do berlinde… calma, calma aí toninho que só vens aqui para sacar informações sobre o aventado massacre da gramática. Tim-tim por tim-tim os putos chibaram que a stôra tinha dito que a ministra rechonchuda e fora de prazo para balzaquiana mas ainda assim permanentemente com uma permanente Isabel Queiroz do Valle virou a atenção para a língua do Camões com uma miraculosa forma bi-glogal.
Com estes dois abanicos que a terra há-de comer, ouvi. Ouviram! Eu ouuuuvi… com estes dois abanicos que a terra há-de comer. É superior a uma chacina… a um morticínio… é um autêntico cataclismo para o puritanismo lusitano… muito mais vanguardista que o D. José Policarpo passar a andar de cabelo em crista teso de gel e piercing na narina ou porem máquinas de cuspir preservativos nas portas das igrejas! O PORTUGUÊS VAI PASSAR A SER LECCIONADO EM TOPLESS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Publicado por machede em 12:11 AM | Comentários (5)

dezembro 04, 2006

Fócrates & Boliqueime e Vice-versa

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Publicado por machede em 08:56 PM | Comentários (1)

dezembro 03, 2006

Continuaremos a ver-nos, menos, mas sempre!

2 + 2 = 4, que ainda a tenho por exacta!
Outras, não tanto assim!
Fizeram cómodo na gaveta da inexactidão.
O tempo gastou-lhes o rigor e a beleza.
Continuaremos a ver-nos, menos, mas sempre!
Com a mesma convicção do nascer e do morrer.
Com a certeza de uma forte razão à flor da emoção.
Infinitamente! Esteta meu da minha estética.

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dezembro 02, 2006

África Minha 2

Do Canto Segundo

105

“Tu só, de todos quantos queima Apolo,
Nos recebes em paz, cio mar profundo;
Em ti dos ventos hórridos de Eolo
Refúgio achamos bom, fido e jocundo.
Enquanto apascentar o largo Pólo
As Estrelas, e o Sol der lume ao Mundo,
Onde quer que eu viver, com fama e glória
Viverão teus louvores em memória.”

Os Lusíadas – Luís de Camões

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Ainda mareando ao largo da Ilha Formosa

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Meia cabaça de sal medida de vida

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Canoa costume dos gentios da Ilha

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Casal Bijagó com cação

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Das energias dos 4 elementos

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Do meu palácio na Tabanca de Abu

Publicado por machede em 07:58 PM | Comentários (1)