Despropósito a propósito
eu governo-me
(não há por aí ainda uma reformazita antecipada)
tu governas-te
(a galinha da vizinha é mais gorda que a minha)
ele governa-se
(quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é burro ou não tem arte)
é mais fácil a fuga ao fisco passar pelo buraco de uma agulha que a pátria entrar no reino dos céus
como é que se pode ser padre numa freguesia destas
nós governamo-nos
(enquanto o pau vai e vem folgam as costas)
vós governai-vos
(sol na eira e água no nabal)
eles governam-se
(dão uma linguiça em troca de um porco gordo)
se não me mandam para a reforma aos 65 anos ponho o trombone na boca e demito-me de sócio
Eh.eh.eh! Adoro este blogue.
Um abração do
Zecatelhado