A coerência, nos tempos que correm, é, paradoxalmente, apenas frequentada pelo zero, ou pelo infinito!!! Uns – notáveis maníacos de um costume em desuso - insistem em frequentar um luxo caríssimo. Outros – pagantes com o corpinho da conformidade – deitam-se ao “relaxo” do sem-abrigo.
No fundo do copo de tinto que, mesminho agora, acabei de vazar, imaginei – eu às vezes imagino o inimaginável – o grande poeta Sebastião Alba. Daí a cogitação a montante.
Obrigado pelas visitas e pelo apoio dado no momento complicado que atravesso.
Um abração do
Zecatelhado