Lá meão na altura é ele. Seco e vincado de carnes na face, não. Antes rechonchudo, e mais rechonchudo ostenta ser com a barbicha à passa-piolho. Assim sendo, antes Nero seria. Mas, para que assim fosse, previamente teria de derribar o melífluo Lopes. Mas não, e até ver, fadado está para músculo tagarela do reino da brilhantina.
Não aprova o Morais nem a validade nem a honradez do conselho de sábios para as contendas informativas. O Morais antes anuiria – mas que palavra mais desajustada no Morais - a um conselho avisadamente aconselhado. A uma aconselhada voz do dono megafonada para toda a propaganda dos verdadeiros sábios. Atamancadamente sabidos e avisados, caso botassem o pé em ramo verde, das judiarias que os verdadeiros e únicos sábios lhes gostariam de infligir assim vivessem no reino do verdadeiro Goebbels.
Assim se tempera o aço!!!
Heil Isidoro. Um dizcurrso não parra mil, mas parra dez mil anos!
Sieg, sieg, heil!
Um abrraço,
Herr Francisken von Nunisk
Hey,
aparentemente bem "CONFIGURADO"
no "NOVO MURALISMO" prefiro o MRPP
ABRACO
luis
a respeito de um vosso Morais, dito de Sarmento, passo a citar um despacho web da Rádio Renascença (www.rr.pt a 30 Oct 2004) a propósito de um mergulho que ele acaba de fazer na albufeira de Cahora-Bassa:
A RR sabe que o assunto (Cahora Bassa) foi um dos temas fortes do encontro que Morais Sarmento manteve com o MF de Moçambique, tentando, nomeadamente, acelerar as negociações para as transferencias de capitais que estão previstas (ou seja, os abonos militares para os ex-combatentes do ultramar PP - nota do escrevinhador).
E a RR continua: esta urgencia ... relaciona-se com a necessidade de fazer entrar nos cofres portugueses fundos destinados a suprir algumas dificuldades orçamentais."
cada macaco no seu galho,
oh Isidoro, vira aí um copo...
josé lopes
nov 23 - 2004