O Lopes fez-se retratar todo pimpão naquela pose de grande gabiru de balzaquianas. Tanto o Lopes como o escudo pátrio – este a modos que um naco de ladex assim mais ou menos que objectivamente a escorrer-se do retrato – estão bem-parecidos. Coisa para muitos valores este retrato do Lopes. Só espero que o Lopes dê instruções – pecebe – que, para além das escolas, juntas de freguesia, notários, secções de finanças, quartéis de bombeiros e outros sítios desconcentrados de instrução e recreio, a referida pose seja igualmente partilhada pelos T Clube, Kapital, Casa do Castelo, Kadoc, Lux, Sala da Lili, redacção da Caras, etc... e tal - prontos.
O Vasco Pulido Valente, na lúcida crónica de ontem, chamou a este embasbacamento territorial: A Barca dos Loucos. Eu apostava que a coisa, mais dia, menos dia, iria ter alguma piadola. Cá com o Felini, se necessário for, desencantem-no no além. Também temos direito ao nosso jet set e meio, porra!!!