
Vi este filme vai para uma década. Estou exactamente a reflectir a cena posterior, à imagem acima, com um asseio invulgar. Nada menos que o alarve a tragar o cachené bávaramente salsicheiro entre grunhidos de profundo prazer. De quando em vez suspendia a mastigação, limpava os beiços levemente engordurados, preparando a cavidade para escoamento de rigorosos tragos de um citrino branco igualmente germanófilo. É de fundamental conveniência narrar que o bávaro cachené se encontrava guarnecido de um substancioso choucroute que, segundo as regras, era analogamente bávaro. É ainda de capital importância relatar que o alarve forrava a função com uma infiltração da Vidigueira. Nada menos que um panito de duas cabeças, à altura já fatiado, que o alarve teve o desplante de carregar religiosamente por terra e ar.
Publicado por machede em setembro 29, 2004 01:18 AMPôrra, Compadre!
Será este o tal Sebastião... que comia TUDO?
Um abração do
Zecatelhado