
Uma azáfama de gente colhe, carrega e despeja na galera. O tractor vai no lufa-lufa, da vinha à adega, acarretar os divinos bagos. No templo, o adegueiro apresta-se para conduzir meticulosamente as manobras. O agricultor deu por consumado o seu quinhão na obra vínica. Agora o testemunho está nas mãos do homem do laboratório. Lá para depois das rijezas ajuizaremos da obra. Ou sim ou sopas. Ou se cobre de glória, ou apenas disponibiliza um liquido alcoólico para lavar os dentes. Entretanto, carrega uma enorme fezada que os desígnios da química orgânica sejam amigos do seu amigo.
Nós, os profanos, estamos no sábio rasto de S. Tomé: beber para crer!!!
Beber para crer?!... Também está bem.
Um abraço,
Francisco Nunes
Aguardemos então o que a casta der.
Afixado por: PLH em agosto 31, 2004 10:56 AM