Na minha mocidade, o lucro dos jogos olímpicos era proporcional ao número de medalhas conquistado pelos países da cortina de ferro, obviamente, em detrimento dos Estados Unidos. Obviamente, sempre contra os américas nem que o adversário fosse os quase tão abominados ingleses. Mas o nirvana residia, efectivamente, numa boa coça pregada na América por uma qualquer república popular do arreganhanço. Por mou de julgamentos apressados, vale, no entanto, sublinhar, que sempre luzi muito mais o olho ao conde Bakunin do que ao Marx das pantufas. A Lenine e a Mao, antes a Isadora Ducan e o John Lenon, aliás, sempre disse que antes do Zé dos bigodes já o mundo à esquerda estava cheio de tratantes. Mas, à parte o sublinhado, por cada chapa a menos para os américas, mais uma imperial a cantar no balcão da Ginjinha. Era a vida, não a do engenheiro é evidente!
Houve um interregno, um longo interregno em que quem melhor tratasse a chicha que levasse a taça.
Então e não é que, desta vez, estou novamente naquela de me esfalfar a dar ânimo telepático a qualquer jagodes que seja adversário dos américas. Nem que seja um inepto jagodes do reino dos títeres ou dos emirados dos defenestras.
Imperiais, não que arredei terminantemente a cevada, mas tintos, já cá moram um par deles à conta do descalabro na prole do tio sam. São a porra dos cromossomas!!!
Sofro do mesmo mal e já nem tomo os comprimidos. P´ra quê ? Tá-na-massa-do-sangue!
Ontem, então, com aquela "sofa" dada pelos Portoriquenhos em "basket" ganhei o dia.
Estou "igualmente igual" ao compadre, só que a mim essa "coisa dos cromossomas" nunca teve intervalo, pelo contrário, cada vez é mais arreganhada.
Um abração do
Zecatelhado
P.S. que não gosta de vinho nem de sumo de cevada e só bebe laranja ou capilé.
Afixado por: Zecatelhado em agosto 17, 2004 08:57 PM