
(Antoñete lidando o toiro Atrevido)
“Antes que un poeta, mi deseo primero hubiera sido ser un buen bandarillero”
Manuel Machado
Com esta epígrafe estou obviamente a privilegiar uma perspectiva romântica do toureio. Identifico-me, portanto, com o poeta, pelo que não fui e pelo que sou na minha busca da obra – ou faena – que dê sentido à passagem pela arena da vida. Escritor e matador têm de comum o desafio à fatalidade (e ao fatalismo) e ambos perseguem a estética e o domínio – da palavra e do toiro. Ambos deixam inacabadas tarefas que têm o seu limite algures no infinito. (...)
(do livro Esboços Para Uma Tauromaquia de Álvaro Guerra)
Vai não vai descobrimos fortíssimas cumplicidades nas palavras desenhadas por outros. Palavras que desejaríamos de ter sido nós a desenhar. Na inabilidade da mão, saboreemos o prazer da conivência!
Oh homem! você é lixado.
Enquanto li esta posta parece que alguém me pressionava a parte esquerda do abdómen (tipo coração, figadeira e tripagem).
Muito bonita esta posta.
Um abraço,
Francisco Nunes
Gostei bastante e vou voltar certamente. Tb te convido a passares pelo Beja e deixares teu recado. Até breve
Afixado por: lumife em agosto 7, 2004 02:39 AMAh compadre, como eu o entendo... Registo mais esta cumplicidade para a colecção.
Afixado por: João em agosto 7, 2004 10:19 AM. . . contentava-me em rabiscar como o compadre .
Afixado por: Jorge Raimundo em agosto 7, 2004 06:32 PM