Não é que os moços não tenham a sua graça só que, para o peditório dos artistas da prosápia, já paguei quotas que bastem. E quando assim é, resta-me passar-lhe de largo. Dos Barnabés, ao largo comecei a passar depois de lhe topar a jactância vanguardista. Decididamente, já não havia pachorra!
Sábado passado, após opíparo jantar no Géninho do Fidalgo, remámos por um Bairro Alto virado oceano de putos na busca de um balcão de abrigo para os tragos da abaladiça. Para galo supremo, aportámos numa baiuca atafulhada de bloquinhos louçãs. No meio do zaronzel, entre tragos digestivos e panfletárias conversas cruzadas, fez-se luz: sem tirar nem pôr, ora aqui está a juvenil clientela do infatigável Barnabé.
Brincando com a questão, de união em associação, veio-me à ideia a barnabesca tendência para seduzir os putos. Só pode, quando se tem clientes portadores de esquerdismo – maleita tecnicamente conhecida como a doença infantil do comunismo. Ainda de união em união, mais me sugeri que o foco infeccioso está precisamente no seio dos Barnabés, particularmente no Barnabé Tavarinhos, moço opinativamente precoce que, aos treze anos (repito: treze anos), cindiu com o partidão, contraindo a dita maleita.
Essa rapaziada discutirá empenhadamente os preços dos automóveis não tarda muito.
pela pinta e pela jactância...
Um abraço,
Francisco Nunes
P.S.: No Magestic, no centro da sala, 4 desses fenómenos discutia panfletariamente de estrela vermelha ao peito. Uma lupen bica, foi o que bebi custou-me 1 euro e qualquer coisa... não imagino quanto custariam as lupen cervejas... o lupen papá haveria de pagar...
Afixado por: Planície Heróica em abril 21, 2004 12:54 AMEstás muito social-socialista ó amigo pulga?
Afixado por: eduardo em abril 21, 2004 04:50 PM