De manga curta, calções e sandálias e meias calçadas. Tez a modos que vermelho semelhante ao das lagostas, com que se regalam vai não vai. Ingleses, alemães e outros que tais de pardas e friorentas paragens. Dizem-nos reformados de boas maquias a viverem por cinco réis de mel coado. Devem imaginar viver numa áfrica de brancos tisnados que não atinam com a prebenda que Deus lhe concedeu, possivelmente, contra a opinião do S. Pedro, que sempre desconfiou destes borda d’água peninsulares com queda para o pato bravo.
Adiante. Mal o olhinho do sol desponta, enxameiam as esplanadas desta babélica algaramenidade. E ficam por ali a torrar as pelaruncas e calhando os miolos. Os miolos que jamais terão espaço para entenderem a diferença. As diferenças dos pequenos nadas que para estas espécies do norte são intolerantes tudos. Estes altivos alarves que aspiram sardinhas assadas com batatas fritas. Estes bárbaros do norte que nos ocupam por via dos bolsos abonados pelos estados previdência que tenho por socialmente justos. Que paradoxo da porra.
o racismo veste-se de formas tão estranhas.
agora chamam-lhe " paradoxo"
pois o comentador anterior não deixaria de ter alguma razão...não fossem as batatas fritas com sardinhas. É que há limites, ele há limites
Afixado por: jpt em março 20, 2004 07:38 AMos limites meu amigo impõem condutas, reclamam tradições, espartilham o mundo e os homemns. Os limite provocam gueeras étnicas, os limites assumem fronteiras no mundo de todos. Foda-se não me falem em limites, porque o único limite é o infinito. " é proibido proibir" foda-se
Afixado por: sagher em março 21, 2004 12:42 PMpodem visitar o blog onde escrevo:
http://cortomal.blogs.sapo.pt/