
Por mou da encomenda de um texto sobre as tradições gastronómicas da Costa Vicentina, daqui a um par de horas, rumo ao sul deste meu sul.
Obsequioso este trabalhinho. Se o mourejar tivesse eternamente tão delicioso embrulho, era caso para aliviar o rancor que ao Adão guardo pelas levianas dentadinhas na maçã.
Com o dito périplo de suficiente amesendação e muita conversa, vou tentar avivar as bastas memórias amealhadas por outras alturas e interesses. Da sabedoria dos mestres Vila, da Mexilhoeira Grande, e Correia, de Vila do Bispo, prescindir não irei. Entretanto, a outros mestres de outros templos culinários apelarei. Os porcinos enchidos de Monchique e a chicha da gadeza bovina que do Rogil a S. Teotónio se estende, são questões proteicas a merecer severa atenção. Mas nunca por nunca olvidando as suculentas feijoadas de búzios e a moreia frita dos casinhotos de bem comer da Zambujeira do Mar.
Se, porventura, as digestões pouco trabalhosas forem e tempo do escrevinhanço apontamental sobrar, dar-vos-ei conta do que interessante acontecer. Prometo!
venham de lá essas prosas... por causa desta estraguei o teclado de tanto me babar!!!
Um abraço.