De quando em quando não resisto ao desabafo sobre a política do rectângulo. Desabafos ralos, cada vez mais ralos que o alentejanando é antes uma barca a bolinar pelos prazeres. Para além disso, bastos há que passam todo o santo blogue a engordurarem-se na gamela da crítica política ou da política crítica. Ao centro do meio, à esquerda do centro, à direita do meio. É um acertivo ver-se-te avias de arreganhanço, de opinanço e de ranço em bicos de pés. Uns do lado da situação. Outros na esperança que o seu lado encontre a situação. E ainda uns e outros que dão o cu e mais oito tostões para se colar a uma qualquer situação.
A propósito da situação, hoje, não resisto: foi com um misto de assombro e de riso que vi o Portas de camuflado, rodeado de generais e outros que tais, enquanto as garbosas tropas evoluíam em mais um exercício nocturno, ali para as bandas de Vendas Novas. O cabotinismo é infinitamente elástico.
Pasmo no país do espanto!
Estava feliz, coitado, no meio dos homens...
E tinha uma surpreeeesa...
Um abraço,
Francisco Nunes
Estava no meio dos " HOMENS"!
As Bich.. pelam-se por essas coisas!
Um abração do
Zecatelhado