
Fim
- Quando eu morrer batam em latas,
rompam aos saltos e aos pinotes –
façam estalar no ar chicotes,
chamem palhaços e acrobatas.
Que o meu caixão vá sobre um burro
ajaezado à andaluza:
a um morto nada se recusa,
e eu quero por força ir de burro...
Mário de Sá-Carneiro
Publicado por machede em dezembro 14, 2003 10:15 PMA poesia não se estuda nas escolas e vai dai e dei-me a cantarolar aquela musica dos trovante.
Afixado por: António Carrilho em dezembro 15, 2003 10:43 AM