No telejornal de ontem. No quintal da casa, mulheres, crianças e velhos assistem completamente atónitos à performance do americano que mantém o iraquiano, certamente, seu familiar, de bruços, no chão, com um pé no pescoço e a arma aperrada à cabeça. Quando adultos, se a isso chegarem, que a esperança não é por aí além, que recordações daqueles «estranhos salvadores» terão aquelas crianças? Possivelmente a brutalidade e o vexame de um pé no pescoço para o resto da vida!
E assim injecta «democracia» e bomba petróleo o pretenso império do século XXI.
E depois admiram-se que seja à bomba!
Afixado por: Democrata em setembro 13, 2003 02:51 PM